Domaine Bachelet-Monnot
Maranges Rouge Vieilles Vignes 2021
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Preço publicado na abertura
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- Produtor
- Domaine Bachelet-Monnot
- Safra
- 2021
- Uva
- 100% Pinot Noir
- País
- França
- Categoria
- tinto
Uva
100% Pinot Noir
Tipo
tinto
Região
Borgonha, Côte de Beaune, Maranges
País
França
Como é este vinho
Na taça mostra um rubi vivo e nariz de fruta vermelha crocante, cereja e framboesa fresca, com toques de casca de laranja sanguínea e um fundo terroso e mineral típico do calcário da região. A boca é de corpo médio, com acidez viva e taninos finos, um pouco mais marcados pelo carvalho nesta safra do que o habitual na casa, algo que tende a se integrar com um ou dois anos de garrafa. O final é salino e persistente, com leve nota de especiarias e terra molhada. É um Pinot Noir de perfil mais direto e menos complexo que os primeiros crus da mesma propriedade, porém com bastante frescor e caráter varietal.
Com o que combina
Combina bem com risoto de cogumelos silvestres (porcini ou shitake), pato assado com molho de frutas vermelhas, boeuf bourguignon e queijos de meia cura como Comté jovem ou Saint-Nectaire. Também harmoniza com salmão grelhado em crosta de ervas ou com um coq au vin mais leve, aproveitando a acidez do vinho para cortar a gordura dos pratos.
Sobre o vinho e o produtor
O Domaine Bachelet-Monnot foi fundado em 2005 pelos irmãos Marc e Alexandre Bachelet em Dezize-lès-Maranges, no extremo sul da Côte de Beaune, reunindo vinhas de família e parcelas arrendadas do tio Monnot. Este Maranges Vieilles Vignes vem de parcelas com mais de quarenta anos de idade nos lieux-dits Les Artaux e Chamery, situadas entre 250 e 300 metros de altitude, em solos de argila vermelha e calcário. A safra 2021 foi marcada por geada severa na primavera em toda a Borgonha, o que reduziu bastante a produção e resultou em vinhos de menor concentração, porém com boa acidez natural. A crítica especializada descreveu este rótulo em 2021 como um tanto mais rústico e simples do que os outros tintos da casa, mas com fruta crocante e acidez precisa que devem se harmonizar com o tempo.
Vale saber
- A safra 2021 foi uma das mais desafiadoras da última década na Borgonha por causa de geadas de abril, o que reduziu o volume produzido e deixou os vinhos com perfil mais leve e ácido do que o normal da casa.
- A crítica Vinous pontuou este vinho entre 88 e 90 pontos, observando que ele é um pouco mais rústico que os outros tintos do domínio nesta safra, com o carvalho ainda perceptível — motivo para decantar cerca de trinta minutos antes de servir.
- As uvas vêm de vinhas com mais de quarenta anos nos lieux-dits Les Artaux e Chamery, o que explica a concentração de fruta apesar do baixo rendimento da safra.
- Cerca de 20% de cachos inteiros são usados na fermentação, prática que adiciona notas especiadas e uma textura levemente mais tânica ao vinho.
- Por ser uma Borgonha de entrada da casa (nível vilarejo), este rótulo entrega o estilo Bachelet-Monnot — pureza de fruta e mineralidade — a um preço mais acessível que os primeiros crus de Maranges ou Puligny-Montrachet do mesmo produtor.
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