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Christian Basso — Wine Hunter
Catálogo

Domaine Bachelet-Monnot

Maranges Rouge Vieilles Vignes 2021

Pré-venda

Preço publicado na abertura

A vitrine abre nos próximos dias. Entre na lista e receba o aviso antes do anúncio público — deste rótulo há poucas garrafas.

Produtor
Domaine Bachelet-Monnot
Safra
2021
Uva
100% Pinot Noir
País
França
Categoria
tinto

Uva

100% Pinot Noir

Tipo

tinto

Região

Borgonha, Côte de Beaune, Maranges

País

França

Como é este vinho

Na taça mostra um rubi vivo e nariz de fruta vermelha crocante, cereja e framboesa fresca, com toques de casca de laranja sanguínea e um fundo terroso e mineral típico do calcário da região. A boca é de corpo médio, com acidez viva e taninos finos, um pouco mais marcados pelo carvalho nesta safra do que o habitual na casa, algo que tende a se integrar com um ou dois anos de garrafa. O final é salino e persistente, com leve nota de especiarias e terra molhada. É um Pinot Noir de perfil mais direto e menos complexo que os primeiros crus da mesma propriedade, porém com bastante frescor e caráter varietal.

Com o que combina

Combina bem com risoto de cogumelos silvestres (porcini ou shitake), pato assado com molho de frutas vermelhas, boeuf bourguignon e queijos de meia cura como Comté jovem ou Saint-Nectaire. Também harmoniza com salmão grelhado em crosta de ervas ou com um coq au vin mais leve, aproveitando a acidez do vinho para cortar a gordura dos pratos.

Sobre o vinho e o produtor

O Domaine Bachelet-Monnot foi fundado em 2005 pelos irmãos Marc e Alexandre Bachelet em Dezize-lès-Maranges, no extremo sul da Côte de Beaune, reunindo vinhas de família e parcelas arrendadas do tio Monnot. Este Maranges Vieilles Vignes vem de parcelas com mais de quarenta anos de idade nos lieux-dits Les Artaux e Chamery, situadas entre 250 e 300 metros de altitude, em solos de argila vermelha e calcário. A safra 2021 foi marcada por geada severa na primavera em toda a Borgonha, o que reduziu bastante a produção e resultou em vinhos de menor concentração, porém com boa acidez natural. A crítica especializada descreveu este rótulo em 2021 como um tanto mais rústico e simples do que os outros tintos da casa, mas com fruta crocante e acidez precisa que devem se harmonizar com o tempo.

Corpomedio
Graduação13% (estimado, típico da apelação e da safra)
AmadurecimentoFermentação com leveduras indígenas, cerca de 20% de cachos inteiros na vinificação, seguida de criação em barricas de carvalho por aproximadamente 11 a 12 meses, com cerca de 20% de madeira nova
Servir a14-16 °C
Guarda3 a 8 anos após a colheita, ou seja, aproximadamente de 2024 a 2029
ClassificaçãoAOC Maranges (Village)

Vale saber

  • A safra 2021 foi uma das mais desafiadoras da última década na Borgonha por causa de geadas de abril, o que reduziu o volume produzido e deixou os vinhos com perfil mais leve e ácido do que o normal da casa.
  • A crítica Vinous pontuou este vinho entre 88 e 90 pontos, observando que ele é um pouco mais rústico que os outros tintos do domínio nesta safra, com o carvalho ainda perceptível — motivo para decantar cerca de trinta minutos antes de servir.
  • As uvas vêm de vinhas com mais de quarenta anos nos lieux-dits Les Artaux e Chamery, o que explica a concentração de fruta apesar do baixo rendimento da safra.
  • Cerca de 20% de cachos inteiros são usados na fermentação, prática que adiciona notas especiadas e uma textura levemente mais tânica ao vinho.
  • Por ser uma Borgonha de entrada da casa (nível vilarejo), este rótulo entrega o estilo Bachelet-Monnot — pureza de fruta e mineralidade — a um preço mais acessível que os primeiros crus de Maranges ou Puligny-Montrachet do mesmo produtor.

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